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Capitão América: Guerra Civil (2016)

Passado mais de uma semana desde a sua estreia e tendo eu a possibilidade de assistir o filme mais de uma vez, me sinto mais a vontade para realizar esta crítica. Eis que Capitão América: Guerra Civil, o décimo-terceiro filme da Marvel Studios e de seu Universo Cinematográfico, é empolgante, divertido e tudo o mais que se espera de um filme da Casa das Ideias. Livremente inspirado na saga Guerra Civil, o filme é tanto uma continuação de Vingadores:Era de Ultron como de Capitão América: O Soldado Invernal e me atrevo a dizer que também poderia ser facilmente o Homem de Ferro 4, visto a importância e o desempenho de Robert Downey Jr e seu Tony Stark na trama deste.

 A história é bem simples, após uma missão dos Vingadores na Nigéria onde ocorrem várias baixas civis os governos do mundo, através da ONU, decidem que a super-equipe liderada por Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) precisa ser regulamentada por uma série de normas, os Acordos de Sokovia, e que caso não aceitem a imposição sofreram as consequências cabíveis. O Capitão se posiciona contra enquanto que Tony Stark/Homem de Ferro se posiciona a favor por se sentir culpado pelas vidas que não pôde salvar. Não bastasse o tratado dividir os Vingadores, o passado de Steve volta para atormenta-lo mais uma vez quando Bucky Barnes/Soldado Invernal passa a ser caçado por conta de um ataque terrorista. Em terceiro plano e não menos importante por isso o Coronel (?!) Helmut Zemo (Daniel Brühl) está decidido a obter uma importante informação para executar um plano que pode destruir de uma vez os Heróis Mais Poderosos da Terra.

Muita coisa acontece ao longo do filme, mas os irmãos Joe e Anthony Russo conseguem manter tudo bem amarrado e equilibrado. Os Irmãos Russo, que já haviam dirigido o filme anterior do Sentinela da Liberdade, se provam um grande achado da Marvel. Eles sabem dosar bem as cenas ação, humor e drama. As piadas são bastante fluídas e todas funcionam. Apesar de serem os alívios do filme, não tiram o peso das cenas. A ação não decepciona e alterna boas sequências em planos fechados e abertos, sempre respeitando a geografia da cena. Vide por exemplo à sequência na escadaria ou mesmo a do aeroporto. As cenas de luta são extremamente bem coreografadas e funcionam narrativamente e não apenas como distração. Se alguém tinha dúvida sobre o Pantera Negra, ela não existe mais. O personagem protagoniza algumas das melhores lutas do filme. O mais incrível foi ver que apesar de ter tantos personagens em tela existe uma boa harmonia em relação a suas participações e motivações. Os poderes e habilidades de todos são muito bem utilizados. Há uma cena envolvendo o Homem-Formiga, o Homem-Aranha e uma referência a O Império Contra-Ataca que me fez dar um sorriso de orelha a orelha tamanha a satisfação. O roteiro justifica não apenas as ações, mas as consequências. Apresenta personagens novos de forma dinâmica e não perde tempo revisitando informações já disponibilizadas em outros filmes. Com isso o filme ficou dinâmico e apesar da duração o tempo não é sentido, jamais sendo cansativo ou monótono. O roteiro acerta ainda em não tomar partido na “guerra” de modo que você enxerga os pontos positivos e negativos em ambos os lados. Não existe lado certo e errado, é tudo uma questão de ponto de vista. A sensação que fica é que Vingadores: Guerra Infinita estará realmente em boas mãos. Apesar disso, nem tudo é perfeito e o filme tem alguns efeitos que podiam ser melhor finalizados. Algumas decisões de roteiro são questionáveis, nada que te tire do filme, mas se for parar pra pensar se percebe que se fosse de outro modo teriam ficado mais críveis. Não entrarei aqui em detalhes, pois teria de dar uns bons spoilers do filme. O 3D aqui é totalmente desnecessário e mais uma vez serve apenas para encarecer o preço ingresso e tornar as cenas mais escuras, apesar de a fotografia não ser tão afetada por ele.

O elenco está bem a vontade em seus papéis. Todos tem algum destaque que fazem suas participações serem bem-vindas a produção. Chris Evans, que nunca foi um ator excelente, está perfeito como Steve Rogers. O ator realmente abraçou o personagem e está com uma performance mais madura. Ele realmente convence como Capitão América. Mas se tem alguém que convence é Downey Jr. Ele prova neste filme que é ainda um bom ator e sua atuação é a melhor que ele já fez vivendo o personagem. Ele transmite toda a dor, o peso e a angústia que vestir a armadura lhe trouxe. Chadwick Boseman e Tom Holland, que debutam como T’Challa/Pantera Negra e Peter Parker/Homem-Aranha, foram corretamente escalados e convencem como seus respectivos personagens nos deixando com vontade de ver mais deles. O Zemo de Brühl é um bom vilão e suas motivações são bem justificadas. Sua atuação é excelente e teria tudo para ser um vilão inesquecível, não fosse o nome que carrega. Melhor seria se o personagem, tal qual o agente Phil Coulson (Clark Greg), tivesse sido criado exclusivamente para o filme. A descaracterização do personagem talvez seja justificada no futuro, afinal uma frase do personagem me faz acreditar que seu objetivo final é ainda maior e que talvez o personagem venha a ter um maior destaque em outras produções. Mas como um filme tem de se justificar por si e não por possíveis coisas que talvez possam vir a acontecer numa provável continuação em um futuro hipotético já o fez não ser o suficiente, tirando em parte o peso que poderia ter sido alcançado. O já tradicional cameo de Stan Lee é o que se espera, rápido e engraçadinho.


O filme é bem amarrado e possui em seu arco um começo, meio e fim satisfatório. Sim, há um cliffhanger para produções futuras e mais duas cenas pós-créditos que empolgam, sobretudo a primeira. Apesar de ser um filme muito bom, não é o melhor da Marvel. É superior a Vingadores: Era de Ultron, mas perde em qualidade para Capitão América: O Soldado Invernal (que mantém o título de ser o melhor da Marvel Studios) e ao primeiro Vingadores e talvez até mesmo ao primeiro Homem de Ferro (mas isso eu ainda não decidi). O que posso afirmar é que a Fase 3 começou com o pé direito e que chegue logo novembro que eu quero ver o Doutor Estranho.



Liberado o primeiro trailer de Doutor Estranho!


Há muito que eu aguardava novidades referentes a produção de Doutor Estranho, As fotos e artes conceituais divulgadas me deixaram tão instigado a ver o filme que se tornou logo um dos mais aguardados por mim, mais até do que Rogue One: Uma História Star Wars. Esta semana além de dois posters lindos a Marvel nos brindou com o primeiro trailer do longa, que foca mais na origem do personagem e não entrega a trama.



Parece que a Casa das Ideias finalmente ta aprendendo a fazer trailer. E toda a psicodelia e surrealismo mostrados parece algo saído da fusão de Salvador Dali e Pink Floyd. Será que finalmente um filme da Marvel Studios vai compensar de verdade o ingresso mais caro do 3D? Exagero meu? Talvez. Mas não espero menos deste filme.


Para quem não conhece o personagem, Stephen Strange é um personagem criado nos quadrinhos em 1963 pela dupla Stan Lee e Steve Dikto. Strange era um neurocirurgião arrogante que fica impossibilitado de exercer sua função após machucar asmãos em acidente de carro. Buscando uma cura para suas mãos, vai ao Himalaia a procura do Ancião. Não encontrando uma cura, e sim uma ordem de artes místicas que o ensina a canalizar e manipular, com artes marciais e magia, todo tipo de energia que nos cerca, o Doutor Estranho se torna o Mago Supremo do Universo Marvel.

O filme tem no elenco Benedict Cumberbatch (que deve em breve gravar a quarta temporada de Sherlock), Rachel McAdams, Chiwetel Ejiofor, Benedict Wong, Michael Stuhlbarg, Mads Mikkelsen (saudades, Hannibal), Scott Adkins, Amy Landecker e Tilda Swinton. Com roteiro de Jon Spaiths (que não cumprius em Prometheus) e direção de Scott Derrickson (de O Exorcismo de Emily Rose), o novo longa da Marvel Studios chega aos cinemas brasileiros no dia 03 de novembro. Nos Estados Unidos a estreia ocorre um dia depois, em 04 de novembro. Com potencial para ser o melhor filme de super-herói do ano (em uma disputa aparentemente acirrada com Esquadrão Suicida) só me resta um dúvida: como será a participação de Stan Lee?

Homem-Formiga (2015)

Originalmente Homem-Formiga integraria a Fase 1 do Universo Cinematográfico Marvel e por consequência do adiamento do filme quase para a Fase 3 acabou gerando algumas alterações neste Universo que, apesar de bem contornadas, foi alvo de críticas por parte de fãs mais xiitas da Casa das Ideias. Depois de um produção que se estendeu por anos e o afastamento do diretor e principal produtor do filme, Edgar Wright, as vésperas do início das filmagens fez com que muita gente ficasse com o pé atrás em relação ao longa. Afinal era realmente um filme bastante arriscado, visto que o herói não é tão conhecido do grande público e que se trata claramente de um filme de gênero dentro do gênero de super-herói, algo inédito até então. Mas como o selo Marvel de qualidade atesta que você pelo menos vai se divertir durante o filme já é suficiente para muita sair de casa e ir ocupar uma poltrona no cinema. Para azar dos pessimistas e deleite da plateia, a Marvel Studios não decepciona e nos entrega um filme divertido e extremamente engraçado. Me atrevo inclusive a dizer que é o filme mais engraçado da Marvel até agora.  Sendo o décimo-segundo filme da Marvel Studios, já era óbvio que o filme fosse bastante aguardado.

A história começa nos anos 80 quando Hank Pym (Michael Douglas), então um agente/cientista da S.H.I.E.L.D. contesta seus companheiros de equipe, inclusos Peggy Carter (Hayley Atwell) e Howard Stark (John Slattery), por tentarem reproduzir sua tecnologia. Um feito sem  sucesso. Temendo o uso bélico de sua invenção, Hank se desliga da agência de espionagem e funda sua própria empresa de tecnologia, mas mantém como segredo as Partículas Pym e o traje aposentado de Homem-Formiga. Já nos dias atuais Hank se vê afastado de sua empresa por decisão dos acionistas e seu pupilo Darren Cross (Corey Stoll) tentando replicar a sua tecnologia em um novo e poderoso traje intitulado Jaqueta-Amarela, uma versão upgrade do original, para ser comercializado como armamento. Para deter Cross, Hank então busca a ajuda de Scott Lang (Paul Rudd), um ladrão recém-saído da cadeia e que por causa de sua ficha criminal não consegue arrumar emprego. Como consequência de ser ex-presidiário e não ter emprego, Lang não tem como arcar com a pensão de sua filhinha Cassie (Abby Ryder Fortson), que é proibido de ver. Em meio a isso ainda há Hope van Dyne (Evangeline Lilly), filha de Hank Pym que não mantém uma boa relação com o pai por este esconder a verdade sobre a trágica morte de sua mãe Janet Pym, a heroína Vespa, nos anos 80. Hope acha desnecessário o recrutamento de Lang, preferindo ela mesma assumir a missão; coisa que Hank não permite por temer que a filha tenha o mesmo destino de sua mulher. A partir daí a trama segue mostrando o treinamento de Scott pra se tornar um herói e a busca de Darren Cross em conseguir estabilizar a tecnologia desenvolvida por Hank.

Divertidíssimo e ágil, o filme jamais fica cansativo. O roteiro de Edgar Wright reescrito por Joe Cornish, Adam McKay e Paul Rudd é bastante sóbrio e não perde tempo aprofundando em temas mais complexos. É possível perceber a mão de Edgar Wright lá, com um típico humor britânico beirando ao non-sense em vários momentos. A direção de Peyton Reed é bastante competente, mas não tem identidade. Não que isso seja de todo ruim, afinal a Marvel Studios preza por um estilo próprio em seus filmes de modo a manter coeso o Universo maior criado para seus heróis, mas as vezes essa limitação acaba sendo brochante por não permitir uma maior liberdade a seus realizadores. Vale lembrar que as desavenças criativas com a Marvel foi o que levou Wright a deixar a direção do longa. Apesar disso ele é creditado como Produtor do filme, o que é bastante justo já que foi ele quem idealizou o projeto quando ainda nem existia a Marvel Studios. O filme faz boas referências aos eventos de Vingadores: Era de Ultron, apesar de não terem importância para a trama, e ainda brinca com a existência de um certo herói escalador de paredes. 

A força maior do filme está em seu elenco, que é muito bom e a química entre eles funciona de modo orgânico, considerando o núcleo Pym/Lang, com destaques para Paul Rudd e Michael Peña. Paul Rudd tem um timing cômico muito bom e está perfeito no papel, de modo que não consigo imaginar outro sendo Scott Lang. Peña não tem tanto destaque mas as cenas de seu Luis são de longe as mais engraçadas do filme. Evangeline Lilly é competente e apesar de algumas cenas que tem uma maior carga dramática, a personagem acaba ficando apagada junto de Paul Rudd e Michael Douglas. E por falar em Michael Douglas, é incrível como o ator veterano consegue puxar para si a atenção. Ele convence como herói aposentado e como mentor, tanto de Cross quanto de Lang, e ele consegue mostrar todo o peso sentido pelo personagem em sua conturbada relação com a filha e o trauma pela perda de Janet. Já o vilão é caricato e suas motivações nunca ficam realmente claras. A falta de desenvolvimento do vilão acabam por transforma-lo em apenas mais um antagonista genérico e esquecível, o que tem sido padrão nos filmes do estúdio. Pior que pegaram um bom ator para subaproveita-lo no papel.

A fotografia é competente e o escurecimento naturalmente causado pelos óculos 3D não prejudicam em nada a apreciação das cenas. Já que citei o 3D, este é mais um caso onde o uso da tecnologia é praticamente dispensável na maior parte do filme, mas há uma cena de pouco menos de dois minutos lá pelo final do filme que me fez valer o ingresso mais caro. Apesar de breve é muito interessante assisti-la no formato. Não posso entrar em maiores detalhes para não dar spoilers, mas tem a ver com encolhimento. Os efeitos especiais do filme são excelentes! A cena em que Michael Douglas é rejuvenescido digitalmente é tão bem feita que parece natural e é muito melhor do que o trabalho recentemente produzido no novo Exterminador do Futuro. A heroína Vespa é mostrada em ação durante um flashback e apesar de ser feita totalmente em CGI a personagem parece bastante real. E, claro, as cenas de encolhimento são muito bem produzidas. A forma como o filme brinca e explora as escalas de tamanho são as melhores desde o clássico Querida, Encolhi as Crianças. Com destaque para o primeiro encolhimento de Scott e as incursões pelo formigueiro. E as formigas, as grandes aliadas do herói, são muito bem aproveitadas na trama. É interessante ver a variedade de espécies e a função de cada uma no desenvolvimento de acordo com suas características.

As cenas de ação são boas e as cenas de luta são bem coreografadas e elaboradas, em especial a cena em que o herói-título enfrenta um outro herói já estabelecido. Eu gostei bastante do modo como o cenário e os objetos que o compõem são aproveitados em tais cenas. Apesar disso, o filme não tem nenhuma cena de ação memorável. A direção de arte e o som são fantásticos e a trilha sonora casa bem com as cenas. O mesmo vale para as músicas que fazem parte da narrativa, algo que já tinha sido até melhor utilizado em Guardiões da Galáxia.

Encerrando decentemente a Fase 2 de seu Universo Cinematográfico iniciado em 2008, Homem-Formiga fez bonito em sua estreia nos cinemas. Apesar do título do filme ser o nome do herói, não é o que podemos chamar de um filme solo. É um filme de equipe e não deixa a desejar para nenhuma outra. O filme empolga, diverte e agrada o grande público, digo isso com base na reação não apenas minha mas a de todos que estavam na mesma sala que eu. Houve inclusive aplausos geral em pelo menos duas cenas do filme. Agora nos resta aguardar o seu retorno, como a própria Marvel nos garante durante os créditos. E parece que o povo está aprendendo finalmente a aguardar as cenas pós-créditos, que neste filme são duas e ambas muito boas. No final, apesar de suas falhas, Homem-Formiga é um filme acima da média e bem melhor do que pensei que fosse. Vale a pena conferir, então vá ver no cinema sem medo.



Novidades de Agents of S.H.I.E.L.D. e Demolidor

Pode parecer preferência, mas na verdade é apenas a quantidade de informações que tem saído nos últimos dias a respeito do Universo Cinematográfico Marvel. Desta vez a notícia não é relacionada ao cinema e sim as séries de tv. Como já devem saber, em 2013 a Marvel Studios expandiu o universo das telonas para as telinhas com o seriado Agents of S.H.I.E.L.D. no canal ABC. Estrelado por Clark Gregg, o agente Phil Coulson, a série mostra uma recém formada equipe de agentes da agência de espionagem em busca de artefatos alienígenas, pessoas com poderes e enfrentando cada semana um novo desafio. O piloto foi dirigido por Joss Whedon, o diretor de Os Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, e chamou a minha atenção de modo que eu disse "vou acompanhar essa série". Mas a série da Marvel parecia se auto-sabotar a cada semana com episódios ruins e referências forçadas dos filmes produzidos até então. O nível parecia Power Rangers. E não me refiro ao clássico Might Morphin Power Rangers, mas as infinitas sequências posteriores. Não tava fácil. Eu queria acompanhar, de verdade eu queria, mas o meu interesse foi diminuindo a cada novo episódio. Quando estava prestes a chutar o balde, por volta do episódio 10, a série deu uma evoluída e iniciou um processo crescente de melhoria. Quando veio a conexão com Capitão América: Soldado Invernal eu me apaixonei pela série. Boas cenas de ação, histórias bem escritas, personagens melhor desenvolvidos e um plot-twist motherfucker que eu, a principio, me neguei a acreditar.

Aí veio o ano 2, com os agentes da S.H.I.E.L.D. caçados pelo governo e pela HIDRA. A trama incluiu novos personagens de forma orgânica e tivemos participações bem interessantes. A inclusão da heroína Harpia, o retorno do ciborgue Deathlock, o passado da agente May, o desenvolvimento da relação entre Fitz e Simmons, a deterioração da sanidade de Coulson, a revelação de quem são os pais de Skye, que foi revelada como sendo Daisie Johnson, e a introdução dos Inumanos no Universo Cinematográfico Marvel, bem como um gancho interessante para Era de Ultron. No meio da temporada, durante o hiato de fim de ano, ainda tivemos uma minissérie em oito episódios focada na Agente Peggy Carter e nos eventos pós Capitão América: O Primeiro Vingador. A minissérie intitulada Marvel's Agent Carter inclusive vai ganhar uma segunda temporada, o que é bem vindo visto a qualidade da primeira. Agent Carter teve um arco fechado muito interessante que serviu pra preencher algumas lacunas, como o projeto que tornou Natascha Romanoff a Viúva Negra e ainda apresentou o verdadeiro Jarvis, que serviu de inspiração para a inteligência artificial criada por Tony Stark e que se tornou o Visão. Mas o que queríamos ver era a criação da S.H.I.E.L.D. Será que agora vai?

Não bastasse isso, no ano passado a Marvel tinha fechado um acordo com a Netflix para o desenvolvimento de cinco séries baseadas em alguns de seus heróis mais urbanos. São elas Demolidor, AKA Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Os Defensores, sendo esta última uma série com os quatro heróis formando uma equipe. Em abril tivemos então a estreia da primeira produção desta parceria. Quando estreou Demolidor, às quatro horas da manhã no Brasil, eu estava ansioso por dois motivos. 1º) Demolidor é um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos. 2º) A série, diferente das demais produções da Marvel, seria voltada para um público adulto. Não foi surpresa alguma ver que a qualidade da série superou todas as minhas expectativas e acabei assistindo em um dia os treze episódios da primeira temporada. A série faz parte do mesmo universo dos filmes e faz referências sutis a Batalha de Nova York, a Thor e ao Homem de Ferro. Apesar disso, conseguimos enxergar o mundo próprio do Demolidor em Hell's Kitchen. Matt Murdock/Demolidor foi interpretado por Charlie Cox e de quebra ainda tivemos Vincent D'Onofrio como o temível Wilson Fisk, o Rei do Crime. Pra maiores detalhes sobre o que achei da série pode ler a minha opinião clicando aqui. Adianto que a produção tem as melhores cenas de luta já feitas em uma produção pra tv. Resultado, fiquei já no aguardo pela confirmação de uma segunda temporada. Apesar de apresentar um arco fechado, a série deixou uns ganchos bem interessantes para a possível continuação. Visto o sucesso de público e críticas Demolidor foi renovada para a segunda temporada que vai ter a participação do anti-herói mais aguardado de todos, o Justiceiro. Isso só me deixou ainda mais ansioso para o segundo ano de Demolidor quanto para as outras produções. Não bastasse isso a série da Jessica Jones estreia na Netfix neste segundo semestre em data a ser divulgada e que Luke Cage, antes de sua série solo, vai participar de alguns episódios desta. Mas isto tudo vocês já sabem, ou pelo menos eu creio que sabem. Então passemos as novidades.

Ao final da segunda temporada de Agents of SHIELD, Coulson e Skye decidiram que vão pelo mundo atrás de recrutar super-poderosos para a criação de uma equipe. A pasta com o projeto foi mostrada rapidamente e podia-se ver o termo "Carterpillars" escrito nele. Seria uma referência direta aos Guerreiros Secretos? Surgidos nos quadrinhos em 2008, durante a saga do Reinado Sombrio, os Guerreiros Secretos são uma equipe criada e liderada por Nick Fury para agir secretamente, como o próprio nome sugere. Entre os membros da equipe está uma tal Daisie Johnson, a Tremor (Quake no original). Então a Skye é a Daisie, que nas HQs faz parte desta equipe, e Coulson a chama para o projeto intitulado Carterpillars (Largatas/Centopéias) que é o mesmo código utilizado por Fury para os Guerreiros Secretos. Muita coincidência, não? A sinopse da terceira temporada diz que "O diretor Phil Coulson embarca numa missão secreta mortal para proteger o mundo de ameaças após as batalhas com a Hydra e uma facção de vilões Inumanos". Mas o que era especulação por parte de fãs se mostrou correto e a série que retorna em 29 de setembro ganhou um teaser poster que confirma os Guerreiros Secretos no terceiro ano da série e você confere a imagem logo abaixo.


Com relação ao segundo ano da série do homem sem medo, vocês já sabe que Jon Benthal, o Shane do seriado The Walking Dead, será o interprete de Frank Castle/Justiceiro. O ator já disse que se sente honrado poder interpretar um personagem tão querido pelos fãs. Recentemente foi visto em lojas de quadrinhos comprando HQs de alguns arcos importantes do personagem, dentre eles Justiceiro Max, lançado no Brasil como encadernado mostra o anti-herói enfrentando o Rei do Crime e o Mercenário (ambos inimigos em comum com o Demolidor), e Born, publicada no Brasil como parte da revista Marvel Max, que mostra Frank Castle no exército. É bom ver que o cara ta empolgado com o personagem e está lendo os quadrinhos para conhecer e entender melhor o Justiceiro. Lembram da imagem que acompanhou a divulgação de que Castle estaria na segunda temporada da série?


A imagem mostra o logo da série com alguns buracos de bala. De inicio imaginamos que o homem sem medo teria trabalho com Castle, afinal os seus métodos nada ortodoxos vão de encontro ao grande dilema do Demolidor na primeira temporada. Ele cruzaria os limites e mataria seus inimigos? Quando entendeu que não, que jamais poderia matar, foi que ele se tornou de fato o herói que conhecemos. Sendo o Justiceiro um matador de bandidos era de se esperar que em algum momento eles fossem bater de frente e o conflito entre os dois seria inevitável. E parece que o grande mote da segunda temporada vai ser este confronto, pois o Justiceiro seria o grande antagonista do Demolidor nesta temporada (que especula-se ainda pode incluir Elektra e o Mercenário). A informação é do Nerdist, que diz que Marco Ramirez, um dos novos showrunners da série, afirma que a trama principal vai ser "Demolidor Vs. Justiceiro". Seria então uma adaptação da minissérie "Demolidor vs Justiceiro: Meios e Fins"? Os dois já se confrontaram várias vezes nos quadrinhos e já se ajudaram várias vezes também.


Boas notícias sobre boas séries e agora o que nos resta é esperar as estreias para podermos assistir e ficar extasiados. Quem diria que um dia haveriam tantas boas adaptações de quadrinhos em tantas mídias diferentes? Enquanto a moda não passa eu vou é aproveitar porque a qualidade tem sido mais do que satisfatória.



Lista #07: Os filmes mais aguardados do segundo semestre!

Seis meses já se passaram, metade do ano num instante. Neste primeiro semestre tivemos os lançamentos de alguns filmes que foram muito aguardados pelo meio cinéfilo e amantes de blockbusters. Foi o caso dos longas Velozes e Furiosos 7, Vingadores: Era de Ultron, Mad Max: Estrada da Fúria, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros e Divertida Mente. Destes que citei tem os que são excelentes, os bons, os regulares e O ruim. O segundo semestre ta começando agora e já estou no aguardo por algumas produções que não deixarei de conferir de jeito nenhum. No geral 2015 está sendo um bom ano pra quem busca se divertir assistindo filmes. Mas, convenhamos, o que foi lançado de filme ruim em tão pouco tempo é surpreendente. Sou cinéfilo e amo blockbusters. Me julguem. O que importa pra mim é que o filme seja bom e me divirta. Não é o caso de Velozes e Furiosos 7 e o recente Terremoto: A Falha de San Andreas. Curiosamente ambos tem no elenco o carismático ator Dwayne "The Rock" Johnson, mas são ruins. E muito. Apesar disso tivemos no começo ano a estréia dos chamados filmes do Oscar onde tivemos os lançamentos de O Jogo da Imitação, Sniper Americano, A Teoria de Tudo, Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância e vários outros que não citarei para ganhar tempo, até porque este post não é sobre o que ficou no passado, mas o que nos aguarda no futuro. E é por isso que teremos aqui mais uma lista! Desta vez vamos anotar em nossas agendinhas e separar o dinheiro para os ingressos (alguns vou ter de comprar com muita antecipação pra não perder a estreia). Eis aqui, listados em ordem de lançamento, os cinco filmes mais aguardados (por mim) no segundo semestre de 2015.

05. Homem-Formiga - A mais nova produção da Marvel Studios nos trás finalmente um dos personagens mais importantes do Universo Marvel nos quadrinhos, onde foi um dos fundadores da super-equipe Os Vingadores e criador original do vilão Ultron. O filme, diferente das outras produções do Universo Cinematográfico da Marvel, apresentará duas versões do herói. Na trama que ocorre em paralelo aos eventos mostrados em Era de Ultron o Homem-Formiga original, Hank Pym (Michael Douglas de Wall Street), recruta o ex-ladrão Scott Lang (Paul Rudd de F.R.I.E.N.D.S.) para realizar uma incrível façanha: se tornar um herói e roubar a tecnologia de Pym que está sendo utilizada para o desenvolvimento de um equipamento militar. Para isso Lang terá de enfrentar Darren Cross, o vilão Jaqueta Amarela (Corey Stoll de House of Cards). O elenco conta ainda com Evangeline Lilly (do seriado Lost) e Michael Peña (de Corações de Ferro) e Hayley Atwell (de Capitão América: O Primeiro Vingador) no elenco. O roteiro, originalmente escrito por Edgar Wright, foi revisado por Joe Cornish, Adam McKay e o protagonista Paul Rudd para se adequar ao padrão mais americanizado da Marvel e a direção fica por conta de Peyton Reed. O filme teve vários problemas ao longo de sua produção e estaria entre os filmes da Fase 1 da Marvel, chegando somente agora para encerrar a Fase 2. Entre troca de diretores e refilmagens o filme está sendo considerado a produção mais arriscada da Casa das Ideias. O filme estreia no dia 16/07 nos formatos 2D e 3D.

Kevin Feige abre a boca sobre os próximos filmes da Marvel Studios

Quem acompanha as notícias a respeito da Marvel Studios e suas produções, tanto no cinema quanto na TV, já se deparou com o nome de um carinha chamado Kevin Feige. Trata-se desse tiozão da foto ao lado. Ele é apenas o CEO da Marvel Studios e é o responsável por coordenar e produzir os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, iniciado em 2008 com Homem de Ferro. Vez ou outra ele solta boas informações sobres os vindouros filmes. Recentemente eu tinha noticiado aqui sobre a possibilidade de Ava DuVernay (Selma - Uma Luta Pela Igualdade) dirigir o filme do Pantera Negra. Pois é, o tio Feige soltou novas informações recentes. Quer saber quais são as novidades? Vamos a elas então.

Em entrevista ao site Collider o produtor falou a respeito da inclusão de personagens LGBT no Universo Cinematográfico Marvel. Visto a crescente busca por igualdade e inclusão do movimento não é de se estranhar que isso venha a acontecer futuramente. Não foi especificado qual personagem e nem mesmo quando, mas a estimativa é que na próxima década ou mesmo antes. Nas palavras do próprio Feige ele disse.

"Assim, os nossos planos para depois de 2019 ainda precisam ser vistos. Os quadrinhos seguem por um caminho que nós podemos nos divertir dizendo 'Sim, vamos este jeito ou deixe escolher este jeito' e eu pense que tem muitas coisas legais acontecendo nos quadrinhos agora que, geralmente tem um ciclo de cinco a dez anos entre  quando algo acontece nos quadrinhos e quando podemos faze-lo no cinema, às vezes um pouco antes, mas Guerra Civil claramente está na marca dos dez anos. Soldado Invernal, eu acho, foi por volta disso também. Então sempre olhamos o que está acontecendo nos quadrinhos e pensamos, 'Aonde nós poderemos fazer aquilo?'. Às vezes é mais cedo, mas não há motivo porque isso não poderia acontecer na próxima década ou antes".

Mas Feige não parou por aí, não. Em entrevista ao Birth.Movies.Death. Feige abriu a boca pra falar de Doutor Estranho, Homem-Aranha e a participação do Pantera Negra em Capitão América 3. Ou seja, só notícia boa por aí. Eu pensei em dividir este artigo em três ou quatro matérias tendo em vista a quantidade de informações, mas como acredito que qualidade é melhor que quantidade optei por condensar tudo em único artigo. Vamos por partes então?

Sobre Doutor Estranho, que já está em produção, sabemos que este é o filme que vai introduzir de verdade o elemento de fantástico nos filmes da Marvel Studios. Mas e quanto a Thor?! Ele não é um filme de fantasia? É, mas o elemento fantástico dele está diretamente ligado a tecnologia. Lembram que os deuses são aliens e que a "mágica é a ciência que não conhecemos"? Em Doutor Estranho a mágica será realmente mística, afinal é do Mago Supremo da Marvel que estamos falando. Quando questionado sobre se seria mantido o local do Sanctum Sanctorum em Greenwich Village, agora que é um bairro valorizado em Nova Iorque, Feige afirmou que sim.

"O Sanctum está na Bleeker Street, na moderna Bleeker Street, e ele será a coisa mais estranha saindo para aquela rua".

A respeito da contratação de Tilda Swinton para viver o personagem Ancião, que nos quadrinhos é homem e oriental, Feige falou o seguinte.

"Quando estávamos desenvolvendo este filme nós olhamos para o Ancião como um manto de mais de uma pessoa específica. Os feiticeiros existiram durante milênios, protegendo-nos de coisas que não sabiamos a respeito até essa história. Houveram vários [Anciões], mesmo que este tenha sido um por volta de 500 anos, houveram outros. Este é um manto e por isso sentimos que tínhamos margem para essa escalação de um jeito interessante ".

Sobre a presença de T'Challa/Pantera Negra em Capitão América: Guerra Civil, o produtor nos deu alguns detalhes sobre o que esperar do herói no longa, que deve desempenhar o nosso papel quando lemos Guerra Civil nos quadrinhos, observar de fora as visões dos antagonistas Capitão América e Homem de Ferro e de como é o seu envolvimento com a história.

"A razão por qual vamos apresentar o personagem em Guerra Civil é porque precisávamos de um terceiro lado. Precisávamos de um olhar fresco que não estivesse envolvido com os Vingadores e com um ponto de vista diferente de Tony Star ou Steve Rogers. Nós pensamos que precisávamos de alguém como o Pantera Negra, então por que não usar logo o Pantera Negra? (...) Atualmente, antes de Guerra Civil e após Era de Ultron, creio que T'Challa e seu pai [T'Chaka] estão pensando que uma grande quantidade de vibranium saiu do país e causou muita confusão. Talvez eles não possam mais se esconder atrás das fronteiras e fazer uma tentativa de se tornar parte do mundo, e ao mesmo tempo proteger o seu povo. É assim que o encontraremos na Guerra Civil".


Será que no final o Pantera vai pro lado do Capitão América ou pro lado do Homem de Ferro? Em Guerra Civil, além do Pantera Negra, será introduzido no Universo Cinematográfico Marvel o herói mais amado da editora, o Homem-Aranha. Recentemente foi divulgado que Tom Holland será o novo Peter Parker das telonas. Como leitor de quadrinhos, o personagem sempre foi o meu preferido e me animei muito com a escolha de seu novo interprete. Já tivemos cinco filmes solo do herói até então e por mais que eu tenha gostado de uns e detestado outros, nenhum filme abordou de modo convincente o Peter colegial, sendo que o que mais se aproximou disso foi O Espetacular Homem-Aranha. Mas fala sério, ainda não tivemos o Homem-Aranha de verdade nos cinemas. Se pudessem juntar alguns elementos dos filmes de Sam Raimi e outros dos de Marc Webb, acho que teríamos algo realmente bom.

Já sabemos pelo menos que não se trata de um filme de origem, afinal todo mundo já a conhece tanto quanto a do Batman ou do Superman. O que esperar então dos próximos filmes do Teioso? Feige revelou a sua inspiração para eles: John Hughes. Não sabe quem foi John Hughes? Foi apenas o diretor e roteirista dos filmes Mulher Nota 1000, O Clube dos Cinco e Curtindo a Vida Adoidado. Ou seja, os melhores filmes feitos sobre o universo adolescente nos anos 80 e que são clássicos atemporais. Ele seria o diretor ideal pro Homem-Aranha se não tivesse morrido tão precocemente. Mas já que o filme vai ter uma inspiração nos filmes dele eu creio que vem coisa boa por aí.

"É uma novela colegial e aqueles personagens coadjuvantes, eles serão interessantes. Assim como não víamos um filme de assalto a muito tempo ou um filme sobre encolhimento a muito tempo, nós não vemos um filme de John Hughes a muito tempo. Não que nós faremos um filme de John Hughes - apenas John Hughes poderia - mas nos inspiramos nele, e essa fusão com o gênero de super-herói de um jeito totalmente novo nos excita" - disse Feige"O que é divertido sobre o filme do Homem-Aranha para a gente é que não precisa ser sobre o fim do mundo. (...) E eu acho que o Homem-Aranha atravessa essa linha de um jeito divertido nos quadrinhos. O que queríamos era um filme em que os riscos pudessem ser altos tipo 'Esta pessoa malvada está indo fazer esta maldade e muita gente pode morrer' ou 'Você não estar em casa a tempo e a sua tia vai descobrir isso, e toda sua vida vai mudar'. Particularmente naquela idade, na colegial, tudo soa como sendo de vida ou morte. As provas, você sente como vida ou morte. Chegar em casa depois de sair com os amigos parecia coisa de vida ou morte".

Da possibilidade do Homem-Aranha participar de alguma série na Netflix ele foi direto.

"Minha resposta geral é de nunca dizer nunca, mas nosso acordo atual com a Sony é muito específico. Nós estamos produzindo um filme independente, com uma certa quantidade de idas e vindas permitidas".

Sobre os vilões do Cabeça de Teia (já vimos nas telas três Duendes Verdes além de Dr. Octopus, Homem-Areia, Venom, Lagarto, Rhino e Electro), Feige disse o seguinte.

"Agora mesmo nós estamos interessados em ver os vilões que não vimos antes".

Será que finalmente teremos Kraven, o Caçador? Talvez o Abutre ou o Escorpião? Morlum seria uma novidade bem-vinda e Mysterio seria bem interessante também. Disso os fãs não podem reclamar, o Homem-Aranha tem uma vasta galeria de vilões para ser explorada.

Vamos então anotar em nossas agendinhas as datas pra não perder nada. Capitão América: Guerra Civil estreia dia 14 de abril de 2016. Doutor Estranho estreia dia 04 de novembro de 2016. O novo Homem-Aranha, cujo título oficial ainda não foi divulgado, estreia dia 28 de agosto de 2017. Pra completar, Pantera Negra estreia no dia 02 de novembro de 2017. Pra finalizar, gostaria de dizer que Feige não é o único a nos brindar com informações. Não bastasse isso tudo que foi divulgado, James Gunn, o diretor do sucesso de crítica e bilheteria Guardiões da Galáxia, divulgou ontem o título da continuação das aventuras do Senhor das Estrelas, Gamora, Drax, Rocky e Groot. O longa foi batizado de Guardiões da Galáxia Vol. 2, uma referência clara a fita K7 que Peter Quill escuta em seu walkman. Guardiões da Galáxia Vol. 2 tem data de estreia agendada para o dia 28 de julho de 2017. Tô vendo que vou ficar liso com tanto filme assim no cinema.



Diretora de Selma pode dirigir Pantera Negra

Lembra do filme Selma - Uma Luta Pela Igualdade? Isso mesmo, aquele que foi injustiçado pelo Oscar deste ano recebendo apenas duas indicações. O filme que mostra o envolvimento do pastor Marthin Luther King Jr na luta pelos direitos dos negros nos Estados Unidos chegou a ganhar a estatueta na categoria de Melhor Canção Original pela música "Glory", brilhantemente interpretada por John Legend e Common. Pois bem, a diretora de Selma, Ava DuVernay, foi procurada pelo CEO da Marvel Studios, Kevin Feige, que lhe propôs a direção de um filme da Casa das Ideias. O filme em questão é Pantera Negra, filme baseado no super-herói homônimo que foi criado naquele período de lutas por igualdade e é considerado o primeiro super-herói negro dos quadrinhos. Quem confirmou a informação foi o próprio Feige em entrevista ao The Hollywood Reporter. A entrevista era sobre Homem-Formiga, o filme que estreia em julho e que encerra a Fase 2 da Marvel Studios, mas aproveitaram pra fazer outras perguntas referente aos futuros filmes. Quando questionado se gostaria de ter uma mulher dirigindo um dos próximos filmes Feige deu a seguinte resposta.

"Eu penso que isso vai acontecer mais breve do que tarde, não está muito longe. Daí as vezes você olha pra trás e é só a natureza desta indústria, ou a natureza de uma cultura. Mas há uma grande mudança acontecendo. O que é interessante a respeito da Marvel é poder voltar o olhar pra trás e visitar o material de origem: Ele tem sido diversificado de um modo que pudemos voltar aos anos 60, e eu penso que nós temos representado todo esforço e a precisão presente nos filmes que fizemos até o momento, mas com certeza com Pantera Negra e Capitã Marvel isto vai ficar muito mais evidente e de um jeito mais proposital".

Quando questionado sobre a possibilidade de Ava DuVernay dirigir, na Fase 3, o filme do Pantera Negra Feige foi direto.

"Nós com certeza nos encontramos com ela. Nós temos nos encontrado com um número de pessoas para um número de filmes. Ela tem sido um destes [que encontramos]".

Não conhece o personagem? Nos quadrinhos, a primeira aparição do Pantera Negra foi em Fantastic Four #52, em julho de 1966. Criado por Stan Lee e Jack Kirby, T'Challa é o príncipe de Wakanda, um país fictício do continente africano. Wakanda é um reino que vive isolado do restante do mundo e seus domínios são praticamente intransponíveis. Munidos de uma avançada tecnologia, Wakanda está localizada acima da maior reserva existente do raro metal vibranium, o mais resistente de todos os materiais e do qual foi forjado o escudo do Capitão América. Quando jovem T'Challa vê seu pai ser assassinado e tem o trono usurpado. Educado nos Estados Unidos, T'Challa assumiu o lugar de seu pai como Pantera Negra e conseguiu com a ajuda do Quarteto Fantástico derrotar Ulisses Klaw, o vilão Garra Sônica, e retomar o seu reino. Mais tarde se juntou aos Vingadores, mas já integrou outras equipes como Os Defensores e o Quarteto Fantástico (substituindo Reed Richards) e já foi casado com Ororo Monroe, a Tempestade dos X-Men. Quando criança, como tradição, os futuros reis de Wakanda bebem um chá feito de folhas coração, um planta extremamente venenosa e que só é encontrada em Wakanda. O ritual serve para que o espírito da criança se una ao Deus Pantera. Se sobreviver, a criança adquire os poderes. Entre os suas habilidades, o Pantera Negra tem força, velocidade, agilidade e fator de cura sobre-humanas, além de possuir os sentidos mais aguçados. É incrivelmente inteligente (ele é PhD em física pela Universidade de Oxford), um grande ginasta e acrobata, domina várias artes marciais africanas e é um excelente rastreador. Seu uniforme é todo revestido de vibranium, funcionando como um colete a prova de balas. O vibranium em suas botas absorvem impacto e o som de modo que ele não faz barulho ao se locomover. Possui garras retrateis na ponta dos dedos, além de ter como arma uma adaga. Não bastasse isso tudo o herói ainda é o mais rico dos quadrinhos, segundo a revista Forbes, e coloca as fortunas de Batman, Homem de Ferro e Tio Patinhas no chinelo, afinal estima-se que ele tenha em sua conta bancária cerca de US$500 bilhões de dólares. Daí da pra se ter uma ideia do personagem. Caso queira se aprofundar e conhece-lo melhor leia a HQ Quem é o Pantera Negra?, recentemente publicada n'A Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel da Salvat.


Na entrevista Feige ainda falou sobre o futuro do Universo Marvel e sobre as inevitáveis trocas de elenco na franquia que a franquia deve ter no futuro, afinal ninguém pode viver um super-herói pra sempre (como recentemente Hugh Jackman, o Wolverine, entendeu), e falou ainda sobre o vindouro Capitão América: Guerra Civil. Pra ler a entrevista, que é bastante longa, na integra é só clicar aqui. O personagem T'Challa/Pantera Negra será interpretado nos cinemas por Chadwick Boseman e antes de estrelar seu filme solo o herói será introduzido no filme Capitão América: Guerra Civil, onde desempenhará um papel importante. Vale lembrar que esta é a primeira adaptação live-action do Pantera e de ser o primeiro filme da Marvel Studios a ter um protagonista negro. O personagem era um membro recorrente na série animada Os Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra e co-estrelou o longa animado Os Supremos 2: Descubra o Poder da Pantera. Além de Boseman, Pantera Negra tem confirmado Andy Serkis no elenco como o vilão Ulisses Klaw. Não sei vocês, mas eu quero ver o quanto antes este filme. Tomara que Ava DuVernay seja confirmada em breve na direção. Pena que só estreia em 02 de novembro de 2017.



Diretor confirma inicio da produção de Doutor Estranho

Uma boa notícia para os fãs da Marvel, além de Capitão América: Guerra Civil um outro filme a ser produzido pela Casa das Ideias já está para começar as gravações. Trata-se do aguardado Doutor Estranho, filme do mago supremo do Universo Marvel. Este é um filme para o qual estou bastante ansioso. Apesar de ter lido pouca coisa do Doutor Estranho nos quadrinhos, o herói sempre chama a atenção em suas histórias, seja pelo surrealismo das mesmas ou pelos vilões que enfrenta. Nos quadrinhos o Doutor Stephen Strange foi criado em 1963 pela dupla Stan Lee e Steve Ditko. Era um cirurgião arrogante e prepotente que, após perder o uso das mãos em um acidente automobilistico, parte pelo mundo em busca de uma cura. Acaba indo ao Himalaia onde aprende a humildade e encontra a redenção, treinado pelo Ancião, torna-se o mago supremo do universo Marvel. Lembrando ainda que Doutor Estranho é o segundo filme a ser lançado da Fase 3 da Marvel Studios nos cinemas, além de ser o filme que introduz o universo místico nos cinemas. Scott Derrickson, do terror A Entidade, é o responsável pela direção do longa que deve ter uma pegada mais sombria. Pois bem, Derrickson twittou que está a caminho de Londres para o inicio da produção. Mark Millar, autor da famosa saga Guerra Civil, também respondeu ao twitte do diretor em tom de brincadeira e fazendo referência ao Dr. Dolittle, como você pode ver nas imagens logo abaixo.


Em tradução literal diz:

"Partindo agora para Londres para fazer o Doutor Estranho".


"Apenas lembre que ele é o doutor mágico, não o que fala com animais".

Doutor Estranho terá o premiado ator britânico Benedict Cumberbatch, mais conhecido do grande público por interpretar o icônico detetive Sherlock Holmes no seriado Sherlock e por dar voz ao dragão Smaug em dois filmes da trilogia O Hobbit. Recentemente foi indicado ao Oscar de Melhor Ator por sua performance como Alan Turing no filme O Jogo da Imitação. O antagonista do filme será o Barão Mordo, interpretado pelo ator Chiwetel Ejiofor que foi também indicado ao Oscar de Melhor Ator pelo filme 12 Anos de Escravidão. Tilda Swinton, mais conhecida pelo papel da Feiticeira Branca da franquia As Crônicas de Nárnia, a atriz, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Conduta de Risco, chama a atenção pelo seu perfil andrógeno e deve, segundo especulações, interpretar o Ancião, mentor de Strange e Mordo nos quadrinhos. O roteirista Jon Spaihts, responsável pela primeira versão do roteiro de Prometheus (o filme que não cumprius), é quem cuida da nova versão do script. Será que teremos os vilões-demônios Coração Negro ou Shuma-Gorath no filme? Creio que não. Mas quem sabe uma pequena referência para introduzi-los em outros filmes. O personagem já foi protagonista de um telefilme nos anos 70, que seria o piloto para uma série de TV nos moldes de O Incrível Hulk e Homem-Aranha, e já teve também um longa-metragem animado (muito bom por sinal) produzido pela Lionsgate em 2007. Pois é, o Universo Cinematográfico da Marvel não para de crescer. Doutor Estranho chega aos cinemas no dia 04 de novembro de 2016.




Escolhido o novo Homem-Aranha!

E a novela finalmente chegou ao fim! A Marvel Studios em parceria com a Sony Pictures finalmente tomou a decisão mais aguardada pelos fãs da Casa das Idéias nos últimos meses, a escalação do ator que interpretará o Homem-Aranha nos novos filmes do personagem integrado ao Universo Cinematográfico Marvel. E tenho a felicidade de poder noticiar que o escolhido foi Tom Holland, que  chamou a atenção mundialmente no drama-catástrofe O Impossível onde atuou ao lado de Naomi Watts e Ewan McGregor. Até bem pouco tempo o favorito para obter o papel era o já badalado Asa Butterfield, que seria também uma boa escolha, mas tenho de confessar que estou bem mais satisfeito com a escolha de Holland por dois motivos. O primeiro é que ele é garoto com talento. Quem viu O Impossível se emocionou com a performance do menino que teve a capacidade de não ser apagado pela atuação de Naomi Watts. A segunda é que, além de jovem, ele parece fisicamente com o personagem das histórias em quadrinhos que eu tanto lia quando criança. Apesar da notícia ser recente já tem gente criticando a escolha de Holland usando o argumento que Charlie Plummer, o outro ator que estava na disputa pelo papel, é mais bonito e que Holland tem um sinal no queixo. Felizmente a Marvel/Sony se preocupou com outros atributos além da beleza como a capacidade de atuação e a desenvoltura do ator nas cenas. Recentemente o ator publicou três vídeos no seu Instagram onde ele aparece treinando alguns saltos. Os vídeos podem ser vistos clicando aqui, aqui e aqui. Não sei vocês, mas eu já vejo ele como Peter Parker. Olha só a cara de nerd desse moleque. Fiquei mais do que satisfeito com a escolha do ator. 

William Friedkin Vs. Alguns Fanboys Mimizentos

Ao longo de sua existência, desde a primeira exibição dos curtas dos irmãos Lumiérè na França, o cinema mundial seguiu tendencias, sempre se reinventando e seguindo novas e antigas fórmulas, Noir, Nouvelle Vague, thrillers de espionagem, filmes de monstro, etc, etc e etc. Sempre que há um boom de alguma tendência, todos correm para produzir algo pelo menos nos mesmos moldes. Dez anos atrás quantos filmes em 3D eram lançados nos cinemas? Eram pouquíssimas as produções e as que tinham eram do porte de Pequenos Espiões 3D: Game Over e o igualmente caricato As Aventuras de Sharkboy e Lava-Girl 3D. Sim, naquele os filmes tinham de ter 3D em seu título. Mas o 3D é algo antigo e não recente como muitos pensam. Filmes das franquias Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo e Tubarão já tiveram lançamentos no formato. Entretanto a primeira produção no formato 3D é ainda mais antiga, pois foi o filme estadunidense The Power of Love de 1922. Com Avatar, em 2009, o formato virou praticamente padrão em Hollywood e desde então os principais blockbuster são lançados em 3D. Atualmente no mercado externo o formato tem cada vez mais perdido adeptos, apesar de em alguns mercados específicos - como o Brasil, por exemplo - ainda há uma grande busca pelo mesmo. Fiz este "arrudeio" todo para demonstrar que a industria cinematográfica tende a seguir as tendências. Não sei se fui claro o suficiente. O que atrai o público em determinado período é produzido em massa até que haja uma saturação. Quando esta saturação ocorre há uma estagnação seguida de uma queda constante até que se alcance o nível mais baixo possível até sair do mercado. Esta estagnação pode ser sazonal ou não. Em algum momento os filmes em 3D vão deixar de ser produzidos até que haja um novo levante de adeptos e novas produções surjam ressuscitando o formato. Por enquanto ele ainda não chegou ao nível de estagnação, mas vai chegar lá um dia. Porém quero deixar claro ao fim deste parágrafo, mais precisamente ainda ao final desta frase, que este artigo não é sobre o formato 3D e sua eventual saturação mercadológica e sim sobre uma outra coisa.

Então pra quê diabos enrolar tanto? Calma que eu já vou chegar ao ponto que interessa. Escrevo este artigo porque atualmente o grande hype que existe é em torno de filmes adaptados de histórias em quadrinhos, mais especificamente em quadrinhos de super-heróis. Este ano já tivemos Vingadores: Era de Ultron e nos próximos meses teremos ainda Homem-Formiga e Quarteto Fantástico. Se este ano três dos principais lançamentos são adaptações de super-heróis, o ano que vem promete ser ainda maior pois teremos os filmes Deadpool, Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, Capitão América: Guerra Civil, X-Men: Apocalypse, Gambit, Dr. Estranho e Esquadrão Suicida. Ou seja, Marvel Studios/Disney, Fox e Warner Bros. investindo pesado. O mercado cinematográfico tem cada vez mais explorado o universo dos quadrinhos em suas produções. Todo estúdio quer ao máximo explorar os heróis que tiverem os direitos de adaptação. E não é só nas telonas, mas nas telinhas também, afinal temos vários seriados como Demolidor, Arrow, The Flash, Constantine (foi cancelado este ano, mas até bem pouco tempo tava sendo exibido), Agents of S.H.I.E.L.D., Agent Carter, GothamSupergirl e várias outras que estão sendo desenvolvidas atualmente (AKA Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, Os Defensores, Legends of Tomorrow e Preacher) . Ou seja, os super-heróis estão dominando o mercado em todos os setores que são possíveis. A futura saturação é inevitável, ainda assim estúdios tem filmes programados até para 2020. Será que o hype dura até lá? Esta é uma questão que somente o tempo dirá. Contudo, muitas pessoas já saturaram e se quer suportam ver mais filmes de super-heróis lotando salas de cinema no mundo todo. É o caso da pessoa que me inspirou a escrever este artigo que você tão pacientemente está lendo agora, meu caro leitor. E o seu nome é William Friedkin.

Friedkin é um oscarizado cineasta norte-americano que fez muito sucesso nos anos 70 com os filmes Operação França, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Diretor, e O Exorcista, clássico do terror pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor. Friedkin também levou dois Globo de Ouro de Melhor Diretor por estes mesmo dois filmes, o primeiro em 1971 e o segundo em 1973. Além destes, Friedkin também é conhecido por dirigir o remake (para televisão) do clássico 12 Homens e Uma Sentença. Seu trabalho mais recente foi um filme de 2011 que dividiu a opinião da crítica, o thriller de ação Killer Joe - Matador de Aluguel com Mathew McConaughey. Pois bem, em recente entrevista concedida ao britânico The Telegraph o cultuado diretor afirmou que os filmes de super-herói estão estragando o cinema e que atualmente os únicos bons trabalhos para diretores estão na TV a cabo e nos canais de streaming em produções como True Detective (da HBO) e House of Cards (da Netflix). Em sua crítica ao mercado atual o diretor disse que "os filmes costumavam ter sua raiz na gravidade. Eram sobre pessoas reais fazendo coisas reais. Hoje o cinema na América é todo sobre Batman, Super-Homem, Homem de Ferro, Vingadores, Jogos Vorazes: tudo o tipo de coisa que eu não tenho interesse algum em ver. (...) Eu não tenho interesse em fazer filmes só pelo pagamento, eu tenho que amar o filme, a história, os personagens. Existem quatro sequências de O Exorcista e eu não vi nenhuma delas, nem quero ou pretendo fazer". Quem se interessar de ler o artigo original do The Telegraph (em inglês) é só clicar aqui.

Como era de se esperar os fãs mais mimizentos da internet se deram ao trabalho de expor suas opiniões limitando-se a criticar o trabalho do diretor e o próprio pelo simples fato de ele não ter a mesma opinião que eles. O problema não é expor a opinião, afinal a liberdade de expressão é um direito humano básico a qual, pelo menos em tese, todos temos direito. Mas daí a abrir suas bocas - ou usar os dedos, já que a maioria desses fanboys preferem expor seus "argumentos" embasados apenas em suas opiniões próprias em diversos fóruns na internet - para dizer que Friedkin é um "velho gagá sem talento" e que "só fez sucesso antigamente" é muita besteira para meus ouvidos - e olhos - suportarem. William Friedkin  tem uma grande importância para a indústria e seus filmes, principalmente O Exorcista, são marcos da produção audiovisual. Quantos filmes de terror foram indicados ao Oscar de Melhor Filme? Apenas um. Adivinha quem o dirigiu. Isso mesmo. Friedkin está acima dessas críticas bobas e sem fundamento. A opinião dele sobre a situação atual da industria cinematográfica é válida e em nada diminui o seu talento. Ele não é o único a estar cansado de filmes do gênero super-herói. E, como argumentei alguns parágrafos acima, a tendência é que um dia estes filmes cheguem a um estado de estagnação até a consequente queda e diminuição/encerramento destas produções. Não digo aqui que concordo com o diretor, afinal basta ler algumas postagens aqui no blog para ver o quanto sou fã de quadrinhos, mas entendo a posição dele e a respeito. Infelizmente a divergência de opiniões ainda é um tabu e uma discussão sobre algo tão simples quanto um gênero de filme acaba se tornando na internet algo maior do que realmente é. Finalizo esta postagem com uma citação de Voltaire, onde o filósofo diz o seguinte: Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo.




O Justiceiro chega a Hell's Kitchen em 2016

No mês passado a Netflix nos entregou a primeira produção de sua parceria com a Marvel, a série Demolidor. Que série espetacular! Se tornou instantaneamente uma das minhas favoritas. E não é por ser baseada em um dos meus heróis favoritos dos quadrinhos, mas é porque a qualidade da série foi realmente muito boa. Para maiores detalhes pode ler o meu texto a respeito da primeira temporada clicando aqui. Quando a série estreou muitos fãs clamaram por uma série do personagem Justiceiro. O contrato com a Marvel previa as séries DemolidorJessica Jones (que estreia no segundo semestre em data a ser divulgada ainda), Luke Cage e Punho de Ferro, além de uma minissérie em oito episódios com os quatro heróis formando a equipe-título Os Defensores. Parece que o clamor dos fãs foi ouvido pela Marvel e pela Netflix e em 2016 Hell's Kitchen terá um rosto novo nas suas ruas. Frank Castle, o Justiceiro, chega ano que vem com muitas balas e porrada. Entretanto, a princípio, o meu antiherói favorito dos quadrinhos não vai ter a sua série solo. Isso porque Frank Castle vai integrar o elenco do segundo ano de Demolidor. Não costumo publicar notícias por aqui, mas essa não eu podia deixar passar em branco. 
 
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